25 de setembro de 2016

CSA e Volta Redonda empatam em 0 x 0 no Estádio Rei Pelé, no 1º jogo da decisão.

Azulão e Voltaço não saem do zero e decidem o título no Rio de Janeiro.

No primeiro jogo da decisão da Série D, CSA e Volta Redonda empataram em 0 x 0 na noite deste domingo, 25, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. O confronto, que teve início às 19h, reuniu as duas melhores equipes da competição nacional.

O primeiro tempo começou disputado, mas depois dos instantes iniciais, o Voltaço teve um bom toque de bola no campo de defesa do Azulão. Após a metade da etapa, o time marujo cresceu na partida e aumentou o número de finalizações em direção ao gol de Mota. Jônatas Obina e Didira tiveram as melhores chances do time, porém, não conseguiram ser eficientes e o placar não foi alterado.

No segundo momento do encontro, o time da casa iniciou assustando o adversário. Porém, viveu um período pouco efetivo e viu a equipe carioca crescer durante dez minutos. O volante Panda apareceu várias vezes como surpresa, mas não balançou as redes. Assim como aconteceu na primeira parte, o CSA teve o melhor momento após a metade do jogo, mas não conseguiu colocar a bola para dentro da meta do Voltaço. Com isso, o 0 x 0 prevaleceu.

A partida de volta da final acontece no Estádio Raulino de Oliveira, no dia 1º de outubro, às 21h. A vitória determina o título. O placar sem gols leva a decisão para os pênaltis. Qualquer outro empate coroa o Azulão como campeão brasileiro.

Primeiro tempo

Logo no terceiro minuto do duelo, o meia Bismarck cobrou falta para a área do time carioca, a bola desviou na defesa e assustou o goleiro Mota. Após o bom início azulino, o Volta Redonda começou a trocar passes pelo campo de ataque com o intuito de furar a zaga do CSA. O Voltaço chegou com perigo aos 19 minutos. O lateral-esquerdo Cristiano cruzou em direção ao atacante David, mas o camisa 9 cabeceou para fora.

O Azulão vinha insistindo pelo centro do gramado, mas pelo grande número de atletas presentes, tinha dificuldades de perfurar a defesa da equipe do Rio de Janeiro. Uma grande oportunidade para o time marujo aconteceu aos 25 minutos. O volante Marcos Antônio experimentou de fora da área e acertou um "foguete", o goleiro Mota conseguiu espalmar e salvar o Volta Redonda. Em seguida, Didira teve a chance de marcar, mas o chute foi desviado e a bola se perdeu fora das quatro linhas.

A equipe do Mutange sentiu o bom momento e foi para cima do time carioca. Aos 31', Jônatas Obina finalizou de esquerda e Mota colocou a redonda para escanteio. Logo depois, Daniel Felipe aproveitou cruzamento, de cabeça, obrigou Pantera fazer uma boa defesa. A melhor chance azulina do tempo inicial saiu dos pés de Jônatas Obina e Didira. Primeiro, o camisa 19 recebeu passe de Katê, e tocou com categoria por cima do goleiro, a bola bateu no travessão, e no rebote, Didira chutou por cima da meta do rival.

Nos minutos finais da primeira etapa, o bom público que compareceu ao Estádio Rei Pelé seguiu empurrando a equipe azulina em busca da vitória. Porém, aos 44 minutos, o Voltaço quase marcou primeiro. Em um contra-ataque pelo lado direito, David se aproveitou da indecisão de Pantera e Leandro Cardoso, mas Leandro Souza estava lá para salvar o time alagoano. Após um minuto de desconto, o árbitro Jaílson Macedo Freitas encerrou o primeiro tempo.

Segundo tempo

O CSA iniciou a parte final do encontro assustando o adversário. No primeiro lance, Panda chutou de fora da área e o arqueiro carioca conseguiu fazer a defesa de forma segura. Aos 6 minutos, o camisa 5 voltou a arriscar de longe, e desta vez, Mota espalmou. Em seguida, a bola ficou "viva" dentro da área, mas Didira não conseguiu chutar com precisão e desperdiçou um bom momento para a equipe do Mutange.

O Volta Redonda respondeu três minutos depois. Dija Baiano cobrou tiro livre, e Pantera, conseguiu evitar o gol do rival em dois lances. Logo depois, o camisa 7 do time carioca recebeu pela esquerda, fintou Leandro Souza e chutou rasteiro com perigo à meta de Pantera. As duas boas oportunidades criadas pelo Voltaço diminuíram o ímpeto do CSA, que ficou entre os 10 e 20 minutos do tempo final sem assustar.

Para dar mais velocidade ao time, o técnico Oliveira Canindé colocou o atacante Azul em campo, e no primeiro lance, o jogador partiu pela direira e rolou a bola para Marcelo Nicácio, o camisa 9 encontrou Panda sozinho, mas Mota saiu bem do gol e salvou o Volta Redonda. O Azulão continuou tentando tirar o zero do placar, mas os atletas do time marujo vinham esbarrando na zaga adversária e no goleiro Mota.

Na parte final do duelo, os ânimos ficaram mais aflorados. Aos 43', Rafinha cobrou falta longa e Marcelo Nicácio não conseguiu desviar com êxito e a redonda se perdeu para a linha de fundo. Dois minutos depois, Didira encontrou Panda na entrada da área, mas o volante arrematou à direita da baliza do rival. Após o árbitro baiano determinar 5 minutos de acréscimos, a torcida azulina tentou atuar junto aos jogadores, mas nada foi modificado e o jogo terminou sem gols.

Ficha técnica
Campeonato Brasileiro – Série D (Final / Jogo de ida)
Jogo: CSA 0 x 0 Volta Redonda/RJ
Local: Estádio Rei Pelé, Maceió/AL
Data: 25/09
Hora: 19h

Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (CBF/BA)
Auxiliar 1: Jucimar dos Santos Dias (CBF/BA)
Auxiliar 2: Carlos Vidal Pereira (CBF/BA)

CSA
12-Pantera
11-Kelvin
3-Leandro Souza
4-Leandro Cardoso
6-Rayro (13-Rafinha aos 25' do 2T)
5-Panda
8-Marcos Antônio
22-Didira
10-Bismarck (21-Azul aos 19' do 2T)
7-Katê (9-Marcelo Nicácio - intervalo)
19-Jônatas Obina
Técnico: Oliveira Canindé
Banco CSA: 1-João Paulo, 2-Cleidson Camutanga, 13-Rafinha, 14-Everton Heleno, 15-Elizeu, 16-Cassiano, 17-Manoel Chuva, 18-Thiago Chulapa, 20-Jeferson Maranhense, 21-Azul e 9-Marcelo Nicácio.

Volta Redonda/RJ
31-Mota
2-Osmar
3-Daniel Felipe
4-Gilberto
6-Cristiano
5-João Cleriston (15-Pedroso aos 32' do 2T)
9-Marcos Júnior (10-Michel Cury aos 32' do 2T)
11-Rafael Pernão
8-Marcelo
7-Dija Baiano (17-Airton aos 40' do 2T)
9-David
Técnico: Felipe Surian
Banco Volta Redonda/RJ: 12-George, 13-Luís Gustavo, 14-Carlão, 15-Pedroso, 16-Gláuber, 17-Airton e 10-Michel Cury.


Fonte: TNH1

CSA X Volta Redonda - Tudo pronto para o 1º jogo da Final do Brasileiro da Série D 2016, hoje às 19h no Trapichão.

Técnico Canindé arma CSA para o 1º jogo das finais e avisa: "Gosto de conquistas".

A equipe do CSA está confiante na conquista do primeiro título nacional para um clube de Alagoas, mesmo diante de adversário que ainda está invicto na competição. E para derrubar a invencibilidade do Volta Redonda, o time marujo vai contar com o apoio de sua apaixonada torcida, que deve lotar o Rei Pelé mais uma vez.

Chegou o esperado dia do primeiro jogo da decisão do Brasileiro. No Estádio Rei Pelé, CSA e Volta Redonda começam a decidir hoje, domingo, às 19h, quem será o campeão da Série D. A finalíssima está marcada para o próximo sábado, no Raulino de Oliveira. Técnico do Azulão, Oliveira Canindé ficou atento aos detalhes durante a semana de preparação e armou um esquema para tentar neutralizar as principais jogadas do adversário. Ele exaltou as qualidades do time fluminense, mas avisou também que o CSA não é fácil de ser batido, principalmente quando joga ao lado da torcida. A taça, para Canindé, é uma obsessão.

Em mais uma final na carreira, o treinador azulino diz estar ansioso, contando os minutos para o jogo começar. Ele destacou que o título, se vier, vai coroar o trabalho de toda a temporada.

- Como sempre. Com certeza estou ansioso e acredito que o grupo também, e esperançoso também. A união é muito grande, prevalece dentro do grupo e a dedicação para que a gente consiga realizar esse sonho. Espero que aconteça exatamente o que estamos esperando, sem desmerecer o adversário, mas procurando fazer o nosso melhor para que o resultado venha e que tenhamos a felicidade de comemorar um título depois de tantos anos. Para nós, é uma realização profissional, são portas abertas e conquistas que fazem a diferença nas nossas vidas.

ogo após conquistar o acesso, o discurso do treinador foi de ser campeão. Vice no Campeonato Alagoano, ele quer agora subir um degrau no Campeonato Brasileiro.

- Atingimos a meta de subir, e alguns falaram que a gente poderia relaxar e começar a organizar o time para o ano que vem, mas na minha cabeça não funciona assim. Eu gosto de conquistas, títulos. Chegamos, foi a primeira fase, para muitos é importante, mas para mim a importância maior é a conquista. Como foram deixando e nós fomos chegando, gostando do que estava acontecendo e, de repente, nós subimos, conquistamos o acesso. Agora, é fazer por nós, a nossa luta, e mostrar do que somos capazes e, acima de tudo, presentear a nossa diretoria e o nosso torcedor, pelo que fez nas arquibancadas, nos empurrando e nos fazendo fortes.

Canindé encara a partida deste domingo apenas como o primeiro tempo. Ele pede humildade e paciência aos jogadores na partida em Maceió. Nada de afobação.

- Sem dúvida que se conseguirmos um grande resultado será maravilhoso, mas não adianta especular em cima de algo que ainda precisa ser feito. São dois jogos, vamos o primeiro jogo como o primeiro tempo. Pés no chão, responsabilidade e fazer o nosso melhor. Se temos condições de vencer aqui, também temos de vencer em Volta Redonda, mas o adversário também tem, já que se credenciou e se mostrou forte dentro da competição.

Histórico: última partida entre CSA e Volta Redonda por Brasileiro foi em 78

O último jogo oficial entre as duas equipes foi há bastante tempo. Na Primeira Divisão de 1978, alagoanos e cariocas jogaram duas vezes entre si. A primeira foi pela fase inicial e depois na repescagem.

No jogo em Volta Redonda, no dia 2 de abril, empate por 0 a 0. A partida em Maceió, no Estádio Rei Pelé, foi realizada no fim de maio. O Azulão do Mutange venceu por 3 a 1, com dois gols de Jorge Siri e um de Ênio. Paulo Reina descontou para os visitantes. Haviam 74 times na disputa do Brasileirão de 1978. O Voltaço terminou em 32º, enquanto que o CSA foi o 53º.

Hoje, Domingo, às 19h, no Rei Pelé, O CSA e Volta Redonda se encontram novamente 38 anos depois. Agora o duelo é pela final do Campeonato Brasileiro da Série D de 2016. A segunda partida está marcada para o dia 1º de outubro, às 21h, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

Formações

Neste domingo, o CSA não conta com o goleiro Jeferson, lesionado, e o meia Washington, que ainda está aprimorando o condicionamento físico, além do lateral-direito Denílson, suspenso. Devem entrar, respectivamente, Pantera, Panda e Kelvin. No Volta Redonda, a única baixa é o zagueiro Márcio Paraíba, que sofreu lesão na panturrilha. Gilberto deve jogar.

O duelo será apitado pelo baiano Jaílson Macedo Freitas, que terá como assistentes Jucimar dos Santos Dias e Carlos Vidal Pereira, também da Bahia.

Escalações

CSA: Pantera; Kelvin, Leandro Souza, Leandro Cardoso e Rayro; Panda, Marcos Antônio, Didira, Bismarck e Jeferson Maranhense; Jônatas Obina. Técnico: Oliveira Canindé.

Volta Redonda: Mota; Osmar, Daniel, Gilberto e Cristiano; João Cleriston, Marcelo e Marcos; Rafael Pernão, Dija Baiano e David.
Técnico: Felipe Surian.

Fonte: Globoesporte

22 de setembro de 2016

CSA Eficiente e Entrosado, Azulão dá motivos ao seu torcedor de que pode ser campeão em 2016.

Azulão inicia disputa do título do Brasileiro da Série D com o Volta Redonda, na noite de domingo às 19h no Trapichão.

O torcedor do CSA vive momentos de encanto. O ano de 2016, certamente, será inesquecível para os azulinos. Uma temporada de afirmação onde o maior campeão alagoano celebra uma nova conquista. O acesso à Série C, principal objetivo do técnico Oliveira Canindé e de seus comandados, foi garantido com êxito. O propósito, a partir de agora, é chegar ao lugar mais alto da Quarta Divisão, e, para isso, o Azulão dá mostras de que é possível.

O planejamento deu certo. A perda do título estadual para o CRB foi um obstáculo superado sem prejuízos. Durante a temporada, o CSA soube vencer os problemas e encaixar um time de qualidade para a Série D. O técnico Oliveira Canindé tem grande participação nisso. Sob o comando do treinador, o Azulão se mostra um time eficaz em todos os setores do campo e, vivenciando o clima das arquibancadas, dá aos torcedores a confiança para buscar o título da Série D, diante do Volta Redonda.

Entrosamento

As contratações para a Série D atenderam os requisitos do técnico Oliveira Canindé. A diretoria seguiu trazendo novas peças até o final da fase de grupos e isso deu resultado. Nomes como Didira e Washington, por exemplo, se tornaram imprescindíveis para a campanha, e aparecem como figuras importantes para suprir a ausência de Cleyton, diante do Volta Redonda.

No andamento da competição, o treinador azulino precisou encaixar a equipe sem a presença de Jean Cléber, até então principal nome do CSA. O que possibilitou a eficiência no setor de defesa do Azulão foram as várias opções no elenco. Com Éverton Heleno, Panda, Marcos Antônio, principais nomes entre os volantes, a tarefa de Canindé ficou fácil. Eles mostraram capacidade de vestir a camisa azul e branca e ajudar na distribuição.

Eficiência e criatividade

O meio-campo do CSA talvez seja o setor mais forte do elenco. Com nomes de peso no cenário nordestino, é o responsável pela maior parte de gols do clube na Série D. Dos 26 marcados, 13 saíram dos pés dos meias. Destaque para Cleyton, artilheiro do Azulão na competição com oito. Entretanto, o setor conta com o apoio do ataque e dos laterais quando o quesito é a criatividade.

Além da qualidade na definição, o setor detém dois dos principais assistentes da equipe. Com quatro assistências, ao lado de Jônatas Obina, Bismarck é o garçom do clube. Abaixo desses jogadores estão o meia Cleyton e o lateral Rafinha, com três.

Fator casa

Por fim, um outro aspecto que pode ajudar na busca do título da Série D é o fator casa. O Rei Pelé se pintou de azul e branco nos jogos do CSA. Os torcedores lotaram as arquibancadas do estádio e passaram energia para os jogadores dentro de campo. No Trapichão, o clube se mantém invicto, com seis vitórias e um empate. E, seja decidindo em seus domínios ou não, o Azulão costuma fazer bons placares, como por exemplo, as vitórias sobre Altos-PI e São Bento por 3 a 0 e 2 a 0, respectivamente.

Os ingressos para o primeiro confronto com o Volta Redonda, no domingo, às 19h, no Estádio Rei Pelé, seguem sendo vendidos. A arquibancada alta sai por R$ 50,00 e as cadeiras por R$ 200,00. Segundo a assessoria de imprensa do Azulão, os bilhetes das arquibancadas baixas, certa de 4.000 já estão esgotados desde quarta-feira.

Fonte: Globoesporte

19 de setembro de 2016

CSA vai disputar sua quarta final de Campeonato Brasileiro, sendo a segunda Final de 2016; veja o histórico.

Azulão do Mutange tem pela frente o Volta Redonda-RJ na decisão da Quarta Divisão do Brasileiro de 2016.

O CSA perdeu para o São Bento-SP por 1 a 0, mas está classificado para a final da Série D do Campeonato Brasileiro. Será a quarta vez que o Azulão disputará um título nacional. A última vez foi em 1983, contra o Juventus-SP, pela antiga Taça de Prata, que atualmente é a Série B. As outras duas também foram pela mesma competição: Campo Grande-RJ (1982) e Londrina-PR (1980).

Assim como nessas três decisões, o clube alagoano vai fazer a primeira partida em casa, no Estádio Rei Pelé. Contra o Campo Grande e o Juventus, o time ganhou na ida, 4 a 3 e 3 a 1, respectivamente, mas não soube segurar a vantagem e acabou derrotado nos jogos restantes. Contra o Londrina, o empate por 1 a 1 e uma derrota de goleada por 4 a 0 deram a taça ao time paranaense.

Outros times alagoanos também conseguiram chegar a uma final no Campeonato Brasileiro. Recentemente, ASA (2009) e CRB (2011) foram finalistas da Série C. Ambos disputaram o jogo de ida como mandante e acabaram derrotados por 3 a 1. O Alvinegro perdeu para o América-MG, enquanto que o Galo foi vice para o Joinville-SC. Fora de casa, o ASA perdeu por 1 a 0 e o Regatas por 4 a 0.

A Confederação Brasileira de Futebol deve confirmar nesta segunda-feira as datas das finais entre CSA e Volta Redonda-RJ. O time carioca está invicto na competição. Contando todas as fase, o Voltaço somou 32 pontos, e o Azuão está com 29.

Finais do CSA em Campeonatos Brasileiros

1980 - Taça de Prata, que atualmente é a Série B
CSA 1x1 Londrina
Londrina 4x0 CSA

1982 - Taça de Prata, que atualmente é a Série B
CSA 4x3 Campo Grande-RJ
Campo Grande-RJ 2x1 CSA
Campo Grande-RJ 3x0 CSA

1983 - Taça de Prata, que atualmente é a Série B
CSA 3x1 Juventus-SP
Juventus-SP 3x0 CSA
Juventus-SP 1x0 CSA

A Confederação Brasileira de Futebol deve confirmar as datas das finais entre CSA e Volta Redonda-RJ na próximas horas. O time carioca está invicto na competição. Contando todas as fases, o Voltaço somou 32 pontos contra os 29 do time alagoano.

Veja como foi a partida entre São Bento 1x0 CSA, em Sorocaba-SP.



Fonte: Globoesporte

18 de setembro de 2016

CSA perde para o São Bento em São Paulo por 1 a 0 mas está na final do Campeonato Brasileiro de 2016.

Com o campo totalmente alagado, iluminação precária, e o CSA com um jogador a menos o campo no 2º tempo, esse que não tinha as mínimas condições para a prática do futebol após uma grande tempestade, o árbitro Rodolpho Toski arrastou a decisão até cumprir o tempo de jogo, onde o CSA levou o gol no último minuto dos acréscimos do 2º tempo, Azulão do Mutange classificado para a Final de 2016.

O Centro Sportivo Alagoano perdeu para o São Bento por 1 a 0, neste domingo, no Walter Ribeiro, em Sorocaba. Como o Azulão venceu o jogo de ida por 2 a 0, a vantagem garantiu a classificação para a final da Série D do Campeonato Brasileiro. Uma verdadeira tempestade caiu em Sorocaba no segundo tempo e o árbitro Rodolpho Toski não teve o bom senso de paralisar no momento certo. O duelo foi interrompido duas vezes e voltou sem que o gramado tivesse a mínima condição de jogo.


1º Tempo - Jogo nervoso

Precisando de gols, o São Bento partiu ao ataque e teve duas faltas perigosas logo nos primeiros minutos. Tremonti deu as boas vindas e obrigou Jeferson a trabalhar. Em seguida foi a vez de Zambi cair na área e pedir pênalti. O árbitro Rodolpho Toski não marcou e puniu o atacante com cartão amarelo por simulação. Sem respirar, o CSA sentia o calor de atuar contra a torcida paulista. A primeira baixa do Azulão foi o goleiro Jeferson, que sentiu lesão muscular e foi substituído por Pantera aos 24 minutos.

A não marcação do pênalti deixou o time do São Bento agitado, e a pressão fora de casa enervou os jogadores alagoanos. O árbitro distribuiu amarelo para Everton Heleno, Didira e Edu Pina por faltas duras em sequência. O CSA não valorizava a posse de bola e apelava para os chutões. Sobrou disposição e faltou qualidade. Denílson ainda recebeu cartão amarelo antes do final da primeira etapa.

2º Tempo - Tempestade e árbitro confuso

A volta do intervalo foi com substituição, Paulo Roberto trocou Tremonti por Guilherme Carré. O time da casa iniciou pressionando. Leandro Cardoso tomou cartão amarelo por falta providencial em Edu Pina. Em seguida, Magrão completou cruzamento quase na frente de Pantera e mandou pra fora. Com tantos cartões distribuídos, uma expulsão era questão de tempo. E foi para o CSA. Denílson cometeu falta na defesa, recebeu o segundo amarelo e foi expulso aos 10 minutos. O Azulão de Sorocaba foi para o tudo ou nada e fez as duas últimas alterações, sacando Zambi e Fábio Bahia, para entrada de Anderson Cavalo e Diego Barboza.

Com um a menos, Canindé substituiu Bismark por Elizeu, e Didira por Azul. Mas quem apareceu foi a chuva. Uma tempestade caiu em Sorocaba no segundo tempo e o jogo foi interrompido aos 26 minutos. Cinco minutos depois, o CSA quase abriu o placar com Everton Heleno, mas Viana fechou o gol. Após o lance, Guilherme Carré tomou cartão amarelo e o árbitro voltou a interromper o duelo aos 40 minutos. A bola voltou a rolar depois de 14 minutos, com o campo alagado e a iluminação precária. Sem as mínimas condições da prática do futebol, o árbitro Rodolpho Toski arrastou a decisão até cumprir o tempo de jogo. No último minuto, no entanto, Pantera falhou em bola aérea e Magrão fez o único gol do confronto, mas não tinha mais tempo para nada: O CSA está na final do Campeonato Brasileiro 2016.

São Bento
1- Rodrigo Viana; 2- Lucas Mendes, 3- Rafael Tavares, 4- Daniel Gigante e 6- Edu Pina; 5- Fábio Bahia, 7- Thiago Tremonti, 8- Mateus e 10- Giovanni; 11- Zambi e 9- Magrão. Técnico Paulo Roberto.
Reservas: 12- Jeferson, 13- Valdir, 14- Rogério, 15- Leandro Melo, 16- Pedro Henrique, 17- Diego Barboza, 18- Guilherme Garré, 19- Wilson Junior e 20- Anderson Cavalo.

CSA
1- Jeferson; 2- Denílson, 3- Leandro Souza, 4- Leandro Cardoso e 6- Rayro; 5- Everton Heleno, 8- Marcos Antônio, 10- Bismark, 22- Didira e 7- Jeferson Maranhense; 19- Jônatas Obina. Técnico Oliveira Canindé.
Reservas: 12- Pantera, 9- Nicácio, 13- Camutanga, 14- Rafinha, 15- Elizeu, 16- Katê, 17- Azul, 18- Thiago Chulapa.

Arbitragem
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Aspirante Fifa) - PR
Assistente 1: Daniel Cotrim de Carvalho (CBF 2) - PR
Assistente 2: Jefferson Cleiton Piva da Silva (CBF 2) - PR.
Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores (CBF 3) - SP

Fonte: TNH1

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